Teatro Municipal Baltazar Dias
No dia 3 de dezembro de 2025, as turmas 8.ºB e 8.ºD estavam prestes a viver uma daquelas experiências que ficam guardadas para sempre.
Às 09h45, o autocarro arrancou. Lá dentro, o ambiente era de festa: risos que iam e vinham, conversas cruzadas, aquela excitação que parece contagiar até quem tenta ficar calado. Para muitos, era a primeira aventura num teatro verdadeiro, e só isso já tornava tudo especial.
Quando o autocarro estacionou diante do Teatro Municipal Baltazar Dias, o silêncio durou uns segundos — um silêncio de espanto! O edifício, impressionante e cheio de charme antigo, ergueu-se diante de nós como se nos convidasse a entrar num outro tempo. “Uau, parece um palácio!”, disse uma das nossas colegas de turma. Outros não perderam tempo e começaram logo a tirar fotos, como quem tenta registar a magia antes que ela escape. Confirmados os lugares na plateia, aguardamos pelo início do espetáculo. Quando as luzes se apagaram, então começou a viagem.
A peça “bichos, de torga” abriu as portas a um universo onde animais e humanos se encontram em histórias divertidas e cheia de lições. Durante cerca de uma hora, vivemos cada gesto, cada som, cada ensinamento transmitido na figura do gato “Mago”, do galo “Tenório” e do corvo “Vicente”.
Os atores foram intensos, o cenário simples, mas criativo, parecia transformar-se a cada mudança de história. Os sons envolviam a sala, o teatro tinha-se tornado numa história viva. E os professores não precisaram de dizer muito para mostrar como estavam orgulhosos.
Por volta das 12h30, todos regressamos à escola. Esta atividade, integrada no plano anual da escola, não foi apenas uma visita cultural, foi um encontro com a arte e com valores. Foi também um momento de convívio e de aprendizagem fora da escola.
Texto elaborado por: Leandra Pontes n.°9 e Maria Encarnação n.°10, turma 8.ºB.

O conselho de disciplina de TIC organizou, ao longo do primeiro semestre, mais uma edição do “Passatempo TIC”. Esta iniciativa teve como principal objetivo incentivar os alunos a adotar uma postura crítica, consciente e responsável na utilização de tecnologias, ambientes e serviços digitais. Para tal, foi elaborado um formulário composto por cinco questões, desafiando os participantes a responder corretamente e a demonstrar os seus conhecimentos nesta área.
Os três alunos que conseguiram responder corretamente ao maior número de perguntas foram selecionados como vencedores do passatempo. A ordem de chegada das respostas corretas também foi tida em consideração, premiando assim o empenho dos participantes.
A entrega dos prémios decorreu no dia 28 de janeiro de 2026, pelas 13 horas, na Biblioteca. Este momento foi marcado pelo reconhecimento do esforço e dedicação dos alunos distinguidos.
Os alunos premiados foram:
- 1.º prémio: Raquel Gonçalves (9.º A)
- 2.º prémio: Martim Mendonça (7.º B)
- 3.º prémio: João Diogo da Silva (9.º B)
O conselho de disciplina de TIC manifesta o seu sincero agradecimento às empresas locais que colaboraram na atribuição dos prémios: Restaurantes As Vides, Viola e Varanda do Pedregal, Super do Estreito e Foto Canhas. O seu contributo foi fundamental para o sucesso desta iniciativa.
O conselho de disciplina de TIC

No passado dia 29 de outubro, os alunos do sexto ano embarcaram numa aventura educativa e assustadoramente divertida com o Peddy Paper “Trilhos do Terror e do Conhecimento!” uma atividade realizada no âmbito do projeto interdisciplinar n.º 1 “Spooktacular Minds”.
Durante a manhã, os alunos das turmas A, B, C e D do sexto ano participaram num percurso temático distribuído por 9 postos, cada um representando uma disciplina diferente (Português, Inglês, Matemática, Ciências Naturais, Educação Tecnológica, Educação Visual, História e Geografia de Portugal, TIC, Educação Física). Os docentes Catarina Faria, Cláudia Miguel, Francisco Andrade e Sónia Silva que marcaram presença nos postos das suas disciplinas e prestaram o apoio necessário às equipas.
Os desafios variaram entre enigmas matemáticos, perguntas de gramática e cultura sobre o Halloween, jogos interativos com microbit, atividades físicas e até reflexões históricas sobre o Pão por Deus e o Terramoto de 1755.
A atividade teve como objetivo promover a aprendizagem interdisciplinar de forma lúdica, significativa e colaborativa, reforçando o espírito de equipa e o respeito entre os participantes. Cada equipa, composta por quatro ou cinco alunos, percorreu os postos munida de um mapa e uma ficha de respostas, enfrentando desafios criativos e educativos.
Todos os alunos demonstraram um comportamento exemplar ao longo da atividade, cumprindo rigorosamente as regras estabelecidas, colaborando entre si e respeitando os colegas e as orientações dos professores. O percurso foi compreendido como um momento de reflexão e seriedade, onde se destacou o empenho dos participantes, garantindo uma manhã repleta de entusiasmo, aprendizagem e espírito festivo.
Um agradecimento a todos os que contribuíram para o sucesso desta atividade!
Veja aqui os registos fotográficos da atividade Peddy paper "Trilhos do Terror e do conhecimento".
Os docentes
Marina Marques | Pedro Vaz

As turmas do sexto ano participaram, ao longo das últimas semanas, numa atividade da disciplina de História e Geografia de Portugal (HGP), intitulada “Dramatizando… A Revolução Liberal”, no âmbito dos respetivos projetos interdisciplinares, que transformou a sala de aula num mini-palco e desafiou os alunos a recriarem um dos acontecimentos marcantes da História de Portugal através de uma pequena peça de “teatro de mesa”.
A atividade baseou-se em materiais pedagógicos que apresentavam a Revolução Liberal de 1820, incluindo o guião com espaços para completar, o cenário ilustrado e figuras destacáveis das diferentes personagens históricas envolvidas nos episódios retratados.
Em sala, com criatividade e empenho, cada turma completou os diálogos, manipulou as figuras, ajustou os cenários e aprofundou o seu conhecimento sobre os acontecimentos estudados.
As dramatizações foram registadas em vídeo, mostrando o entusiasmo dos alunos e a forma como cada turma interpretou os acontecimentos históricos. Entre narradores dedicados, soldados revolucionários cheios de energia e comerciantes indignados, não faltou boa disposição.
Mas o “faz de conta” não ficou só na escola! Alguns alunos decidiram continuar o trabalho em casa, onde gravaram as suas dramatizações com a ajuda da família. Pais e irmãos participaram na leitura das falas, ajudaram na montagem das figuras e até deram novas ideias para o cenário.
Esta participação familiar tornou a tarefa ainda mais envolvente e significativa, reforçando laços e permitindo que todos aprendessem um pouco mais sobre a História de Portugal de forma divertida e diferente.
O projeto permitiu aos alunos compreender melhor episódios complexos da História de Portugal, como a Revolução Liberal de 1820, através da representação dos conflitos, personagens e ideias da época. Ao assumirem diferentes papéis, os alunos aprofundaram conteúdos históricos enquanto trabalhavam competências de comunicação como a leitura expressiva, espírito crítico, criatividade artística e trabalho em equipa.
Os vídeos aqui partilhados, constituem um testemunho criativo do trabalho desenvolvido e revelam o potencial do teatro de mesa como ferramenta pedagógica capaz de juntar conhecimento, expressão oral e imaginação.
Parabéns a todos os participantes!
A docente: Marina Isabel Pais Martinho Marques

A inteligência artificial tem a capacidade de impressionar e, por vezes, até de nos enganar. Com conteúdos cada vez mais realistas, torna-se fácil confundir o que é verdadeiro com o que é gerado por máquinas. No entanto, quando usada de forma responsável e com informação verificada, a IA pode ser uma ferramenta extremamente útil. Ela apoia na pesquisa, agiliza tarefas, melhora a criatividade e ajuda-nos a tomar decisões informadas.
Usar a tecnologia com consciência, espírito crítico e atenção às fontes.
Vídeo: Aqui
Clube Cinema e Arte Digital.
Professora responsável: Jéssica Gonçalves