13.ª Edição 


A coordenação da revista agradece a disponibilidade e atenção de todos os colegas que participaram com a cedência de trabalhos.

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Coordenação: Elisabete Timóteo | Graça Costa | Marlene Neves

Colaboração: Comunidade Escolar 

Docentes do Estreito reforçam práticas educativas em Job Shadowing Erasmus+

No âmbito do programa Erasmus+, na modalidade de Job Shadowing, com o apoio da União Europeia, docentes da Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Estreito de Câmara de Lobos realizaram uma visita ao Collège Les Coudriers, em Villers-Bocage, França. A comitiva integrou a Vice-Presidente do Conselho Executivo, professora Cristina Freitas, a professora Leonilda Gouveia e o professor Arthur Dias. 

A visita permitiu o contacto direto com a comunidade educativa da escola anfitriã, possibilitando a observação de metodologias de ensino, projetos pedagógicos e dinâmicas de funcionamento escolar, num contexto internacional de partilha e cooperação. 

Um dos momentos a registar foi o encontro com os alunos do Clube Erasmus+, durante o qual os docentes madeirenses apresentaram a ilha da Madeira, a identidade da escola e as suas práticas educativas, despertando interesse e entusiasmo entre os estudantes franceses. 

Esta iniciativa reforça o nosso compromisso com a inovação pedagógica, a dimensão europeia da educação e o desenvolvimento de futuras parcerias entre instituições de ensino. 

Os docentes que participaram na mobilidade. 

Arthur Dias | Cristina Freitas | Leonilda Gouveia

 

A Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos do Estreito de Câmara de Lobos, a propósito do Plano de Prevenção e Emergência da Escola, realizou o simulacro de incêndio no dia 11 de fevereiro, pelas 11 horas.

O simulacro contribuiu para a preparação no sentido da criação e automatização de medidas/reflexos preventivos de auto proteção e o treino e coordenação do Plano de Emergência a nível escolar.

Agradecemos a todos os envolvidos o excelente empenho na atividade realizada.

Delegado de segurança

João José Barbosa

O conselho de disciplina de físico‑química convida a comunidade educativa a visitar a IV Edição da Exposição de Candeeiros, uma iniciativa que reúne trabalhos criativos desenvolvidos pelos alunos do 9.º ano, no âmbito da disciplina de Físico‑Química.

A exposição decorrerá em duas fases:

  • De 9 a 13 de fevereiro de 2026, na Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Estreito de Câmara de Lobos, no Pavilhão Zero (junto à Biblioteca). Esta fase é dirigida principalmente aos alunos, docentes e pessoal não docente, promovendo a reflexão e o envolvimento em contexto escolar.
  • De 16 a 20 de fevereiro de 2026, no Centro Cívico do Estreito de Câmara de Lobos, aberta a toda a comunidade escolar e ao público em geral, reforçando a relação entre a escola e a comunidade local.

A exposição reúne candeeiros originais desenvolvidos pelos alunos, construídos com recurso à reutilização de materiais, valorizando práticas de sustentabilidade e responsabilidade ambiental. Trata‑se de uma atividade integrada em projetos interdisciplinares das cinco turmas de 9.º ano.

Ao longo do processo, os alunos aplicaram conhecimentos sobre eletricidade, circuitos elétricos, propriedades dos materiais e segurança elétrica, criando peças que evidenciam criatividade, rigor científico e sensibilidade ambiental.

Esta atividade visou aplicar conhecimentos científicos, estimular a criatividade e o pensamento crítico, promover a colaboração entre alunos e famílias, sensibilizar para a sustentabilidade, fomentar o interesse pela ciência e pela inovação.

A presença de todos será muito apreciada, contribuindo para valorizar o trabalho desenvolvido pelos alunos do 9.º ano. Esta exposição representa ainda o culminar de aprendizagens significativas, que merecem a atenção e o reconhecimento de toda a comunidade.

A delegada de disciplina

Maria João Martins

 

 

Foi com muita satisfação que no passado dia 5 de fevereiro os alunos do 6.º ano da nossa escola assistiram à apresentação teatral da obra Os Piratas, simpaticamente oferecida pela Porto Editora. 

Assim, com esta apresentação os alunos foram despertados para a leitura da referida obra, ficando mais entusiasmados. 

Foi realmente um momento de descontração e divertimento! 

O delegado do conselho de disciplina de Português do 2.º ciclo: Luís Romão

Teatro Municipal Baltazar Dias

   

No dia 3 de dezembro de 2025, as turmas 8.ºB e 8.ºD estavam prestes a viver uma daquelas experiências que ficam guardadas para sempre. 

Às 09h45, o autocarro arrancou. Lá dentro, o ambiente era de festa: risos que iam e vinham, conversas cruzadas, aquela excitação que parece contagiar até quem tenta ficar calado. Para muitos, era a primeira aventura num teatro verdadeiro, e só isso já tornava tudo especial. 

Quando o autocarro estacionou diante do Teatro Municipal Baltazar Dias, o silêncio durou uns segundos — um silêncio de espanto! O edifício, impressionante e cheio de charme antigo, ergueu-se diante de nós como se nos convidasse a entrar num outro tempo. “Uau, parece um palácio!”, disse uma das nossas colegas de turma. Outros não perderam tempo e começaram logo a tirar fotos, como quem tenta registar a magia antes que ela escape. Confirmados os lugares na plateia, aguardamos pelo início do espetáculo. Quando as luzes se apagaram, então começou a viagem. 

A peça “bichos, de torga” abriu as portas a um universo onde animais e humanos se encontram em histórias divertidas e cheia de lições. Durante cerca de uma hora, vivemos cada gesto, cada som, cada ensinamento transmitido na figura do gato “Mago”, do galo “Tenório” e do corvo “Vicente”. 

Os atores foram intensos, o cenário simples, mas criativo, parecia transformar-se a cada mudança de história. Os sons envolviam a sala, o teatro tinha-se tornado numa história viva. E os professores não precisaram de dizer muito para mostrar como estavam orgulhosos.  

Por volta das 12h30, todos regressamos à escola. Esta atividade, integrada no plano anual da escola, não foi apenas uma visita cultural, foi um encontro com a arte e com valores. Foi também um momento de convívio e de aprendizagem fora da escola.  

Texto elaborado por: Leandra Pontes n.°9 e Maria Encarnação n.°10, turma 8.ºB. 

 

O conselho de disciplina de TIC organizou, ao longo do primeiro semestre, mais uma edição do “Passatempo TIC”. Esta iniciativa teve como principal objetivo incentivar os alunos a adotar uma postura crítica, consciente e responsável na utilização de tecnologias, ambientes e serviços digitais. Para tal, foi elaborado um formulário composto por cinco questões, desafiando os participantes a responder corretamente e a demonstrar os seus conhecimentos nesta área.

Os três alunos que conseguiram responder corretamente ao maior número de perguntas foram selecionados como vencedores do passatempo. A ordem de chegada das respostas corretas também foi tida em consideração, premiando assim o empenho dos participantes.

A entrega dos prémios decorreu no dia 28 de janeiro de 2026, pelas 13 horas, na Biblioteca. Este momento foi marcado pelo reconhecimento do esforço e dedicação dos alunos distinguidos.

Os alunos premiados foram:

  • 1.º prémio: Raquel Gonçalves (9.º A)
  • 2.º prémio: Martim Mendonça (7.º B)
  • 3.º prémio: João Diogo da Silva (9.º B)

O conselho de disciplina de TIC manifesta o seu sincero agradecimento às empresas locais que colaboraram na atribuição dos prémios: Restaurantes As Vides, Viola e Varanda do Pedregal, Super do Estreito e Foto Canhas. O seu contributo foi fundamental para o sucesso desta iniciativa.

O conselho de disciplina de TIC

No passado dia 29 de outubro, os alunos do sexto ano embarcaram numa aventura educativa e assustadoramente divertida com o Peddy Paper “Trilhos do Terror e do Conhecimento!” uma atividade realizada no âmbito do projeto interdisciplinar n.º 1 “Spooktacular Minds”.

Durante a manhã, os alunos das turmas A, B, C e D do sexto ano participaram num percurso temático distribuído por 9 postos, cada um representando uma disciplina diferente (Português, Inglês, Matemática, Ciências Naturais, Educação Tecnológica, Educação Visual, História e Geografia de Portugal, TIC, Educação Física). Os docentes Catarina Faria, Cláudia Miguel, Francisco Andrade e Sónia Silva que marcaram presença nos postos das suas disciplinas e prestaram o apoio necessário às equipas.

Os desafios variaram entre enigmas matemáticos, perguntas de gramática e cultura sobre o Halloween, jogos interativos com microbit, atividades físicas e até reflexões históricas sobre o Pão por Deus e o Terramoto de 1755.

A atividade teve como objetivo promover a aprendizagem interdisciplinar de forma lúdica, significativa e colaborativa, reforçando o espírito de equipa e o respeito entre os participantes. Cada equipa, composta por quatro ou cinco alunos, percorreu os postos munida de um mapa e uma ficha de respostas, enfrentando desafios criativos e educativos.

Todos os alunos demonstraram um comportamento exemplar ao longo da atividade, cumprindo rigorosamente as regras estabelecidas, colaborando entre si e respeitando os colegas e as orientações dos professores. O percurso foi compreendido como um momento de reflexão e seriedade, onde se destacou o empenho dos participantes, garantindo uma manhã repleta de entusiasmo, aprendizagem e espírito festivo.

Um agradecimento a todos os que contribuíram para o sucesso desta atividade!

Veja aqui os registos fotográficos da atividade Peddy paper "Trilhos do Terror e do conhecimento".

Os docentes

Marina  Marques | Pedro  Vaz

As turmas do sexto ano participaram, ao longo das últimas semanas, numa atividade da disciplina de História e Geografia de Portugal (HGP), intitulada “Dramatizando… A Revolução Liberal”, no âmbito dos respetivos projetos interdisciplinares, que transformou a sala de aula num mini-palco e desafiou os alunos a recriarem um dos acontecimentos marcantes da História de Portugal através de uma pequena peça de “teatro de mesa”. 

A atividade baseou-se em materiais pedagógicos que apresentavam a Revolução Liberal de 1820, incluindo o guião com espaços para completar, o cenário ilustrado e figuras destacáveis das diferentes personagens históricas envolvidas nos episódios retratados. 

Em sala, com criatividade e empenho, cada turma completou os diálogos, manipulou as figuras, ajustou os cenários e aprofundou o seu conhecimento sobre os acontecimentos estudados.  

As dramatizações foram registadas em vídeo, mostrando o entusiasmo dos alunos e a forma como cada turma interpretou os acontecimentos históricos. Entre narradores dedicados, soldados revolucionários cheios de energia e comerciantes indignados, não faltou boa disposição. 

Mas o “faz de conta” não ficou só na escola! Alguns alunos decidiram continuar o trabalho em casa, onde gravaram as suas dramatizações com a ajuda da família. Pais e irmãos participaram na leitura das falas, ajudaram na montagem das figuras e até deram novas ideias para o cenário. 

Esta participação familiar tornou a tarefa ainda mais envolvente e significativa, reforçando laços e permitindo que todos aprendessem um pouco mais sobre a História de Portugal de forma divertida e diferente. 

O projeto permitiu aos alunos compreender melhor episódios complexos da História de Portugal, como a Revolução Liberal de 1820, através da representação dos conflitos, personagens e ideias da época. Ao assumirem diferentes papéis, os alunos aprofundaram conteúdos históricos enquanto trabalhavam competências de comunicação como a leitura expressiva, espírito crítico, criatividade artística e trabalho em equipa. 

Os vídeos aqui partilhados, constituem um testemunho criativo do trabalho desenvolvido e revelam o potencial do teatro de mesa como ferramenta pedagógica capaz de juntar conhecimento, expressão oral e imaginação. 

Parabéns a todos os participantes! 

A docente: Marina Isabel Pais Martinho Marques

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