Quando a comunidade se une, o Natal acontece de verdade.
Ao longo do mês de dezembro, a nossa escola voltou a mostrar que a solidariedade é um valor vivido no dia a dia. No âmbito da Campanha Solidária de Natal, o Projeto Porto Seguro, em estreita parceria com o Conselho de Disciplina do 230 e disciplina de Cidadania e Desenvolvimento do 7.º ano e o Supermercado Amanhecer – Estreito, conseguiu reunir 26 cabazes solidários, que irão apoiar cerca de 30 alunos e respetivas famílias da nossa comunidade educativa.
Cada produto doado representou muito mais do que um bem material: foi um gesto de solidariedade, da ética do cuidado e de responsabilidade social. Os cabazes foram simbolicamente organizados em forma de coração, lembrando-nos que é com pequenos gestos, feitos em conjunto, que se constroem respostas reais para quem mais precisa.
Este resultado só foi possível graças ao envolvimento generoso dos nossos alunos, das suas famílias, dos docentes, dos assistentes operacionais e de todos os parceiros que se associaram a esta causa. Um agradecimento especial aos nossos Lobos Voluntários que não podiam deixar de se associar a esta causa.
A todos os que contribuíram, o nosso mais sincero agradecimento.
Que este Natal seja, para todos, um tempo de partilha, esperança e humanidade.
Projeto Porto Seguro

A Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Estreito de Câmara de Lobos voltou a demonstrar o seu espírito solidário através da iniciativa promovida pela turma EFA 2.º SA, que desenvolveu a atividade intitulada “Campanha do Agasalho”.
A ação teve como principal objetivo angariar roupa quente para ser oferecida ao Centro Social Porta Amiga, uma instituição reconhecida pelo apoio que presta a pessoas em situação de vulnerabilidade. Durante vários dias, alunos, professores e funcionários uniram esforços, contribuindo generosamente com peças de roupa e outros agasalhos.
O resultado traduz-se numa expressiva recolha de donativos. Cada contribuição representa um gesto de empatia e cidadania, reforçando o compromisso da comunidade escolar com causas sociais.
A turma EFA 2.º SA agradece a todos os que participaram, ajudando a proporcionar um inverno mais confortável a quem mais precisa. Solidariedade é também uma forma de educar — que este gesto inspire novas ações solidárias e continue a aquecer corações — dentro e fora da sala de aula.
Os formadores e formandos do CEFA 2.º SA

No dia 3 de dezembro de 2025, as turmas 8.ºB e 8.ºD estavam prestes a viver uma daquelas experiências que ficam guardadas para sempre.
Às 09h45, o autocarro arrancou. Lá dentro, o ambiente era de festa: risos que iam e vinham, conversas cruzadas, aquela excitação que parece contagiar até quem tenta ficar calado. Para muitos, era a primeira aventura num teatro verdadeiro, e só isso já tornava tudo especial.
Quando o autocarro estacionou diante do Teatro Municipal Baltazar Dias, o silêncio durou uns segundos — um silêncio de espanto! O edifício, impressionante e cheio de charme antigo, ergueu-se diante de nós como se nos convidasse a entrar num outro tempo. “Uau, parece um palácio!”, disse uma das nossas colegas de turma. Outros não perderam tempo e começaram logo a tirar fotos, como quem tenta registar a magia antes que ela escape. Confirmados os lugares na plateia, aguardamos pelo início do espetáculo. Quando as luzes se apagaram, então começou a viagem.
A peça “bichos, de torga” abriu as portas a um universo onde animais e humanos se encontram em histórias divertidas e cheia de lições. Durante cerca de uma hora, vivemos cada gesto, cada som, cada ensinamento transmitido na figura do gato “Mago”, do galo “Tenório” e do corvo “Vicente”.
Os atores foram intensos, o cenário simples, mas criativo, parecia transformar-se a cada mudança de história. Os sons envolviam a sala, o teatro tinha-se tornado numa história viva. E os professores não precisaram de dizer muito para mostrar como estavam orgulhosos.
Por volta das 12h30, todos regressamos à escola. Esta atividade, integrada no plano anual da escola, não foi apenas uma visita cultural, foi um encontro com a arte e com valores. Foi também um momento de convívio e de aprendizagem fora da escola.
Texto elaborado por: Leandra Pontes n.°9 e Maria Encarnação n.°10, turma 8.ºB.

O Clube de Informática dedicou a rubrica “Fala que eu te escuto”, especialmente ao Natal! Por isso querem partilhar convosco um pouco da magia desta época tão especial."
Para tal, convidaram alunos, professores e funcionários a referir numa palavra o que é o Natal?
Preparem-se para sorrir e entrar no verdadeiro espírito de Natal.
Ver AQUI a rubrica.
Feliz Natal!
Com carinho,
O Clube de Informática
Responsáveis
Marlene Neves e Lídia Henriques
O Dia Internacional das Pessoas com Deficiência é celebrado anualmente no dia 3 de dezembro e tem como principal objetivo promover a inclusão, a igualdade de oportunidades e os direitos das pessoas com deficiência em todas as áreas na sociedade.
Para comemorar este dia, os docentes de Educação Especial promoveram três sessões de sensibilização sobre a deficiência e a sua superação, tendo várias turmas dos 2.º e 3.º ciclos, assim como vários docentes, participado nas mesmas.
No dia 2, tivemos a presença do fisioterapeuta José Manuel Figueira, cego, natural do Estreito de Câmara de Lobos, a partilhar um pouco da sua história de vida e a forma como supera algumas dificuldades no seu quotidiano, assim como ao nível profissional.
No dia 3, tivemos a presença da contabilista Cristiana Caldeira, licenciada em gestão, que sofreu um AVC aos 26 anos, quando se preparava para defender a sua tese de mestrado, partilhando toda a sua fase de recuperação, as sequelas que resultaram da doença e a adaptação a uma nova vida.
Neste dia, foram também atribuídos prémios aos três alunos que participaram e realizaram os melhores cartazes no concurso lançado pelo grupo 700 para celebrar o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.
Neste âmbito, contamos com a colaboração do grupo de TIC, Tecnologia e Design e o clube de Cinema e Arte Digital.
No dia 4, tivemos a participação do atleta Emanuel Gonçalves, licenciado em Educação Física e Desporto, que sofre de uma doença autoimune: síndrome de Guilian Barré, referindo a sua experiência, dificuldades e superações, tendo atingido o patamar de atleta paralímpico medalhado na modalidade de natação. São três excelentes exemplos de pessoas com uma capacidade extraordinária de superar barreiras, sejam elas físicas, sociais ou emocionais, transformando desafios em oportunidades de crescimento pessoal e profissional.
A delegada da Educação Especial: Maria Floripes Pereira